A seu tempo
A tempo
A tempo e horas .
Em um mundo material , em um momento de carne e sangue a uma visão do espírito .
Uma roupa que se desgasta , a um corpo que reluta sobre a areia da ampulheta .
Um amanhã que não existe realmente e um presente sem papel colorido , um outrora que sorriu e chorou e um eco somente restou .
A seu tempo
A tempo
A tempo e horas
Sem nexo tantos verbos , sem diferença na real sentença , permanência ...
Volúpia certeza incerta , mortos vivos e insistência .
A seu tempo
A tempo
A tempo e horas
Tudo termina ao regurgitar se o que se pensa ter demais , ruins provérbios mundanos causadores de tantas dores .
Os sentidos transbordam numa provável mutação cética , incoerência do mundo não entender e subestimar .
A seu tempo
A tempo
A tempo e horas
Autor : Renato Fernandes
segunda-feira, 16 de março de 2020
terça-feira, 10 de março de 2020
Poeta
поэт
Poeta
De quem falo e a quem digo o que nem disse
A quem afago e a quem abraço o que nem sinto
Poeta
A que maneira me expresso o que nem peço que entendam ou quem refletir possa vim entender
E a quem o que talvez tem entendido , um Narciso ou inciso
Poeta
É seleto por outrora , extinto pelo presente e lembrado no futuro e nem se percebe
O prático complicado na facilidade de entender , excêntrico modo sem modo algum
Poeta
поэт
Autor :. Renato Fernandes.
Poeta
De quem falo e a quem digo o que nem disse
A quem afago e a quem abraço o que nem sinto
Poeta
A que maneira me expresso o que nem peço que entendam ou quem refletir possa vim entender
E a quem o que talvez tem entendido , um Narciso ou inciso
Poeta
É seleto por outrora , extinto pelo presente e lembrado no futuro e nem se percebe
O prático complicado na facilidade de entender , excêntrico modo sem modo algum
Poeta
поэт
Autor :. Renato Fernandes.
Eu sinto
As vezes
Me perco em procurar em me achar
Me complico tentar descomplicar
E viajo sem sair do lugar
As vezes
Eu volto ao outrora estando no agora e tento colorir o sarcasmo do tempo
Eu refaço e me afasto de mim estando em mim o que faço
As vezes
Incógnita no que fazer estando fadigado de passos descalços
Incompreendido por si só e destituído sentido encontro-me
As vezes
Portas fechadas , chaves perdidas e frio em pleno verão
As vezes
Visão de mim quando do alto me vejo deixar me , cair de volta em mim enquanto estou aqui
Não sou eu que me faço ser ou escrever o que suplico .
As vezes eu sinto
Autor : Renato Fernandes
Me perco em procurar em me achar
Me complico tentar descomplicar
E viajo sem sair do lugar
As vezes
Eu volto ao outrora estando no agora e tento colorir o sarcasmo do tempo
Eu refaço e me afasto de mim estando em mim o que faço
As vezes
Incógnita no que fazer estando fadigado de passos descalços
Incompreendido por si só e destituído sentido encontro-me
As vezes
Portas fechadas , chaves perdidas e frio em pleno verão
As vezes
Visão de mim quando do alto me vejo deixar me , cair de volta em mim enquanto estou aqui
Não sou eu que me faço ser ou escrever o que suplico .
As vezes eu sinto
Autor : Renato Fernandes
quarta-feira, 4 de março de 2020
Peripécias da vida
Dance , invente e reúna tais listas de outrora e reflita o agora
Busque , conquiste e traga a tona tudo que adorna de flores a estrada da vida
Pergunte sempre a si o que quer saber e será atendido , navegue no mar sem medo das tempestades
Contemple o fôlego e a brisa que toca a pele , o fogo que aquece e a água que refresca
Rara é a existência para não sonhar e realizar , nada vem ao acaso o caso é esse
Dúvidas para que se errar é o acerto do amanhã , um amanhã afrente dos ponteiros do relógio do tempo ...
Autor : Renato Fernandes.
Busque , conquiste e traga a tona tudo que adorna de flores a estrada da vida
Pergunte sempre a si o que quer saber e será atendido , navegue no mar sem medo das tempestades
Contemple o fôlego e a brisa que toca a pele , o fogo que aquece e a água que refresca
Rara é a existência para não sonhar e realizar , nada vem ao acaso o caso é esse
Dúvidas para que se errar é o acerto do amanhã , um amanhã afrente dos ponteiros do relógio do tempo ...
Autor : Renato Fernandes.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
Sentimentos
Tantos por muitas estradas repreendidos mas jamais sucumbi a distância e caminha com a esperança .
Adorna os sentidos adormecidos , eclode em chama ardente e sente entendendo tudo sem falar observando num único e eterno olhar .
Sentimentos
Amor real que arrepia o corpo em uma sensação temporal , dimensões que se unem realidade paralela , viajem entre o tempo e o espaço .
Sentimentos
Tudo que pode ser sendo real , tudo que na prévia imaginação é construído e redigido nas páginas da história de almas gêmeas .
Vidas e idiomas diferentes , surpresas , um enigma incondicional na poesia escrita e oferecida ...
Sentimentos
Sempre acompanhando desde o nascimento , mesmo sem intender emerge mostrando o nosso propósito em encontrar o que sempre esteve dentro da alma ....
Autor : Renato Fernandes.
domingo, 9 de fevereiro de 2020
Tão breve quando
Quando o fim tornar-se começo e tudo for o que ninguém imagina que há de vir .
Quando o piscar de olhos grandes secarem e o sarcástico tempo sorrir no espelho destes mesmos olhos .
Tão breve quando
Quando isso tudo for uma luta vencida e vencida digo e bendigo pois chegou a hora .
Quando os grilhões já inexistentes não pesar os pesares impostos no hoje que amanhã será o hontem .
Tão breve quando
Vou , pois sempre estou indo mesmo que não aparente estar e eu estou .
Fui , já em pensamento , a prévia da imaginação que constrói e reabilita deixando pasmos quem fica .
Tão breve quando
Quando sempre houver querer em meu seleto viver , meu particular descoberto quando bem longe estiver ....
Autor : Renato Fernandes.
Música : la partida
Inti-illimani
Soy un cóndor
lejos de su hábitat y soñando con las montañas
En el lejano cautiverio de alas recortadas
Soy un cóndor
En la oscuridad lejos del sol, sin el viento sin los colores de la tierra.
Persistiendo en la esperanza, porque todavía extiendo mis alas y todavía recuerdo cómo volar
Soy un cóndor
Autor : Renato Fernandes
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